14
set

Buenos Aires: dicas importantes que você precisa saber

Categorias: Internacionais, Viagens

Oi, gente linda!

Muitas seguidoras do instagram me pediram dicas da minha viagem à Buenos Aires e eu decidi fazer os posts aqui no blog porque é muuuita informação, imagem e dica pra compartilhar. Eu já postei várias fotos no meu feed, fiz muitos stories, mostrei os pontos turísticos que visitei, comentei o que mais gostei, mas o povo não tá satisfeito, Brasil!!! O povo quer o roteiro completo e muito mais, haha! Então aguenta que eu vou começar a falar agora mesmo dessa maravilhosa viagem.

DICAS MUITO IMPORTANTES

Distância do Aeroporto

Parece uma dica bem boba, mas muita gente esquece de pesquisar esse detalhe antes de viajar. O aeroporto de Ezeiza é bem distante do centro de Buenos Aires, lugar onde ficamos hospedados. Eu já estava ciente dessa distância e inclusive já sabia que havia um ônibus que saía do aeroporto, passava no centro e que era bem barato. Porém, é bem mais cômodo ir de carro, né? Principalmente quando você chega cansada, cheia de malas e ainda de madrugada. No nosso caso, tudo o que queríamos era chegar logo no hotel pra descansar.

Nos informamos no aeroporto sobre o valor do táxi para fazer o nosso transfer e estava custando cerca de R$120,00 por carro. Estávamos em um grupo de cinco pessoas e não havia carro de sete lugares, logo, precisávamos de dois carros para nos levar ao hotel. Por sorte, já estávamos com o contato de uma pessoa que trabalha com transfer e passeios para brasileiros, e ele prontamente se disponibilizou para prestar esse serviço, mesmo sendo madrugada e mesmo não tendo sido marcado com antecedência. Saiu menos caro: R$100,00 por carro, mas foi muito mais confortável, seguro e rápido. Pagamos em real $ mesmo.

Então minha primeira dica é: verifiquem a distância do hotel antecipadamente. Pesquisem os transportes públicos se quiserem chegar de forma mais barata no centro ou no bairro que vocês vão ficar hospedados. Para quem preferir um transfer feito por brasileiros, indico o William, o contato dele vai estar no final desse post.

Adaptador de tomada

Pareceu um pesadelo quando chegamos ao hotel, fomos colocar nossos celulares pra carregar e só encontramos uma tomada com a mesma entrada que usamos aqui no Brasil (oh Gosh!) e pra completar era no banheiro. O nosso plugue de contato tem três pinos redondos, e o modelo de tomada em Buenos Aires possui três pinos achatados.

Enquanto brigávamos pra decidir qual celular merecia ser carregado, eis que um dos meus amigos surge com um “T”, para a glória de Deus e para restabelecer a união entre nós rs. Conseguimos deixar nossos três celulares carregando durante toda a noite, mas no dia seguinte fomos em busca de adaptadores de tomada, pois ficar sem carga no celular ou na bateria portátil não era uma opção. Encontramos uma loja de eletrônicos (não lembro o nome) na Rua Florida e pagamos 50 pesos em dois adaptadores. Quanto à voltagem, não tivemos problemas, mas é sempre bom dar uma verificada.

Valores

Eu sei que esse é um assunto que gera muita curiosidade, começando por mim mesma. Toda vez que vejo alguém compartilhando um destino que tenho interesse em conhecer, a primeira coisa que fico imaginando é quanto custou aquela viagem, pra fazer uma estimativa de gastos e ver se aquilo cabe no meu orçamento.

No caso de Buenos Aires, não foi um destino nem tão caro nem tão barato. Apesar da nossa moeda ser valorizada lá, os passeios, a alimentação e até mesmo as compras podem pesar no nosso orçamento final.

Claro que o custo da viagem vai depender muito do estilo de viajante que você é, da quantidade de dias que você vai passar na cidade e, claro, da inflação do país. Mas para vocês terem uma ideia do quanto que gastei em 6 dias na Argentina, com exceção das comprinhas e da passagem aérea (adquiri com pontos do meu programa de fidelidade), os valores são mais ou menos esses:

Hospedagem com café da manhã – R$650,00

Passeios – R$650,00

Alimentação, transporte – R$850,00

Seguro Viagem – R$145,00

Total – R$2.295,00

Novamente, esses valores podem flutuar para mais ou para menos, vai depender apenas das suas escolhas.

Câmbio

Essa, sem dúvidas, foi a palavra que mais ouvi em Buenos Aires. Para todos os lados, existem pessoas gritando: “câmbio, câmbio, câmbio!“. Nós não experimentamos trocar o dinheiro com essas pessoas que ficam nas ruas; todo mundo fala que não é seguro e não quisemos arriscar. Também não trocamos nenhum valor no Brasil antes da viagem nem quando chegamos no Aeroporto de Ezeiza. Várias pessoas já tinham nos falado que era melhor trocar nas casas de câmbio ou nos hotéis.

Trocamos o nosso dinheiro com o William, o mesmo com quem fechamos o transfer e os passeios. Alguns amigos já tinham nos indicado ele e realmente vimos que foi algo honesto. E aqui vai uma dica: não troque o dinheiro todo de uma vez, pelo menos se não for sua intenção gastar tudo que for levar. Vai trocando de acordo com o que for usando, pra você não voltar ao Brasil com peso argentino. Foi assim que eu fiz: troquei uma parte no primeiro dia, e lá pro fim da viagem, quando vi que precisava de mais peso, troquei outra parte do dinheiro e voltei ao Brasil apenas com real.

O contato do William é esse abaixo, caso você tenha interesse de fechar algum serviço com ele. Essa indicação não é nenhum tipo de publi, mas como gostamos do serviço dele, estou recomendando a vocês. 😉

Espero que vocês tenham gostado das dicas e que elas sejam úteis pra ajudá-los a planejar a viagem à Buenos Aires. Fiquem de olho nos próximos posts que eu ainda tenho muita coisa pra contar! 😉 Beijos!

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03
set

Segura essa Barra – Só não limpa a sua consciência, o sabonete vegano da Lola Cosmetics

Categorias: Beleza

Oi, gente linda!

Há algumas semanas, recebi uma caixinha cheia de amô e produtinhos bacanas da Lola Cosmetics, essa marca super divertida e querida por todos. Obviamente, fiquei empolgadíssima pra testá-los e compartilhar com vocês minha opinião sobre eles, e já vou começar pelo Segura essa Barra – Só não limpa a sua consciência, que é um sabonete vegano, feito à mão e em cold process.

Essa foi a primeira vez que usei um produto vegano, então tudo foi novidade. No início, estranhei um pouco o cheiro, por ser mais familiarizada com fragrâncias doces e florais, mas logo me acostumei com o perfume de óleos da Lola e já acho delicioso.

Segura essa Barra – Só não limpa a sua consciência é todo feito de forma manual, usando apenas óleos e manteigas vegetais, o que o torna natural, vegetal e livre de química dos sabões industrializados. Seus aditivos de cor vêm da natureza, ou seja, ele também é completamente livre de corantes sintéticos. O processo de saponificação é feito a frio (cold process), o que significa que ele não é submetido à altas temperaturas, e assim as suas propriedades naturais são preservadas.

Como o próprio nome sugere, o sabonete vem em barra, então você pode ir cortando de acordo com o que for usar. E como a barra é bem maior que um sabonete comum, tô até achando que tá rendendo bastante. Detalhe que ele não faz espuma, pois é livre de qualquer aditivo químico.

Outro ponto muito positivo é que até a embalagem é sustentável, feita com papel 100% reciclável, cola vegetal e tinta a base de água. Demais, né? Sem contar que a identidade visual e a forma como a Lola se comunica é um barato: divertida, alegre e super alto astral. Eu adoro isso!

Enfim, tô gostando muuuito! Sinto minha pele limpa, macia e hidratada sempre que faço uso do sabonete Segura essa Barra. E agora só me resta recomendá-lo a todos vocês; espero que curtam tanto quanto eu. 😉

Esse produto foi enviado pela marca, loja ou assessoria de imprensa da marca. A política do blog é fazer resenhas sinceras, geralmente listando pontos positivos e negativos do produto. A opinião aqui relatada veio da experiência de uso e é independente da loja ou marca que enviou o produto para teste.

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13
ago

Resenha | Serafina e a Capa Preta – Robert Beatty

Categorias: Livros

Fazia um bom tempo que não lia nada infantil, não para mim, pelo menos, já que volta e meia estou lendo para minha sobrinha. E preciso dizer que fiquei muito feliz com minha escolha para voltar a ler tais livros! Quer saber mais sobre Serafina e a Capa Preta? É só continuar lendo esse post. 😉

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Título: Serafina e a Capa Preta / Autor (a): Robert Beatty/ Editora: Valentina

Páginas: 240 / Skoob: Adicione / Minha avaliação: ★★★★★

Sinopse: Serafina nunca teve motivos para desobedecer ao seu pai e se aventurar além da Mansão Biltmore. Há espaço de sobra para ser explorado naquela casa imensa, embora ela precise tomar cuidado para jamais ser vista. Nenhum dos ricaços lá de cima sabe da existência de Serafina; ela e o pai, o responsável pela manutenção das máquinas, moram secretamente no porão desde que a garota se entende por gente. Mas quando as crianças da propriedade começam a desaparecer, somente Serafina sabe quem é o culpado: um homem aterrorizante, vestido com uma capa preta, que espreita pelos corredores de Biltmore à noite. Após ela própria ter conseguido – depois de uma incrível disputa de habilidades – escapar do vilão, Serafina arriscará tudo ao unir forças com Braeden Vanderbilt, o jovem sobrinho dos donos de Biltmore. Braeden e Serafina deverão descobrir a verdadeira identidade do Homem da Capa Preta antes que todas as crianças… A busca de Serafina a levará ao interior da mesma floresta que tanto aprendeu a temer. Lá, descobrirá um esquecido legado de magia, que tem relação com a sua própria origem. Para salvar as crianças, Serafina deverá procurar as respostas que solucionarão o quebra-cabeça do seu passado.

 

Nós somos apresentados à Serafina, uma garota de 12 anos e que é, com muito orgulho, a COR da mansão Baltimore (COR é Caçadora Oficial de Ratos). Ela mora, desde que se lembra, no porão da mansão, junto com seu pai, que trabalha na manutenção da propriedade. Como ela não pode deixar que as outras pessoas que moram, visitam ou trabalham na mansão saibam que ela e o pai vivem no porão, Serafina acaba tendo que trocar o dia pela noite, já que nesse momento as pessoas ou já voltaram para suas casas ou estão dormindo.

A escuridão e o silêncio noturno são suas melhores companhias e é com elas que Serafina consegue desenvolver suas capacidades. Nunca se aventurou além dos limites da floresta que, para ela, é um limite intransponível, por ordem de seu pai, pois na floresta pode se esconder todo tipo de coisa que poderia causar mal à Serafina. Também apesar de ver as pessoas, não tem contato com elas, até que tudo muda…

Numa de suas andanças noturnas se depara com algo nunca antes visto; um ser maligno, portando uma capa preta ataca uma menina que estava hospedada na mansão e que a assusta terrivelmente, afinal, ela conhece aqueles corredores como ninguém e não sabe bem o que fazer em seguida.

No dia seguinte tudo se revela real quando as pessoas na mansão, em especial o casal Vanderbilt, os donos da mansão, que preocupados, mobilizam todos para tentar encontrar a menina de vestido amarelo que desapareceu…

Serafina conta para seu pai o que ela presenciou, mas ele não acredita e ela chega a solução de que somente ela poderá ajudar a encontrar as crianças que noite após noite estão desaparecendo.

Ela acompanha, nas sombras, os acontecimentos na casa e crê que qualquer um pode ser o homem da capa preta. Durante uma de suas espiadelas, se encontra com o jovem Braedan, o sobrinho órfão dos Vanderbilt, e que se mostra como a pessoa que poderá ajudá-la na aventura.

Apesar de ser o enredo principal, o homem da capa preta não é a única história que se desenvolve nesse livro. Em paralelo ocorrem novas descobertas e verdades são reveladas. Ficamos sabendo por que seu pai a quer longe da floresta, quem realmente ela é e porque é diferente das outras pessoas. Uma garotinha linda, especial, corajosa, única!

O livro tem um ritmo maravilhoso, em terceira pessoa e com capítulos pequenos. Mescla de forma genial amizade, momentos de angústia, questionamentos sobre quem somos no mundo, e sobre o bem e o mal…

Serafina e a Capa Preta, apesar de ser o primeiro de uma série, encerra a história começada nele, então creio que cada um terá sua própria história na mansão Biltmore.

O que mais falar? Somente que a história é linda, a narrativa é simples, mas profunda e ainda estou encantada por ele! Que venham os próximos!

Até mais, pessoal!

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