06
jul

Resenha | Opala – Jennifer L. Armentrout

Categorias: Livros

Olá, queridos leitores!

Essa resenha é especialmente pra você que acompanha a Saga Lux. Hoje vamos falar de Opala, o terceiro volume de uma série de romance sobrenatural, escrita pela talentosa Jennifer L. Armentrout e publicada aqui no Brasil pela Editora Valentina.

Título: Opala / Saga: Lux / Autor (a): Jennifer L. Armentrout / Editora: Valentina

Páginas: 416 / Skoob: Adicione / Compare e Compre: Buscapé / Minha avaliação: ★★★★

Sinopse: Ninguém é igual ao Daemon Black. Quando ele prometeu que iria provar seus sentimentos por mim, não estava brincando. Nunca mais vou duvidar dele. E agora que conseguimos finalmente aparar nossas arestas, bem… Tem rolado muita combustão espontânea. Mas nem mesmo ele pode proteger a família dos perigos de tentarem libertar aqueles que amam. Depois de tudo o que aconteceu, já não sou mais a mesma Katy. Tornei-me uma pessoa diferente… E não sei bem o que isso vai significar no final. Quanto mais nos aproximamos da verdade e nos colocamos no caminho da organização secreta responsável por torturar e testar os híbridos, mais me dou conta de que não existe limite para o que sou capaz de fazer. A morte de um ente querido continua afetando a todos, a ajuda surge do lugar mais improvável, e nossos amigos irão se tornar nossos piores inimigos, mas não podemos voltar atrás. Mesmo que com isso estejamos arriscando destruir nosso mundo para sempre. Juntos somos fortes… e eles sabem disso.

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Antes de qualquer coisa, como esse é o terceiro livro de uma série, bom lembrar que a resenha a seguir pode conter spoilers dos livros anteriores, Obsidiana e Ônix.

Como no anterior, Opala se inicia logo após os eventos do livro anterior. E como Ônix terminou de uma forma bastante surpreendente, deu a entender que Opala seria bem mais interessante do que foi o livro dois.

O irmão do Daemon e Dee acabou de retornar após ser resgatado das mãos da Deadalus, uma sociedade secreta que estuda os híbridos, por meio nada legais. Porém Dawson voltou completamente transtornado por ter deixado para trás sua namorada Beth e isso o tornou um personagem beeeem insuportável, inconsequente e incontrolável. Mas quando a Katy e o Daemon concordam em se juntarem a ele para tentarem um resgate, ele fica mais tragável…

Além de terem que ir resgatar Beth, eles também se preocupam com o que aconteceu ao Will, já que nada ficou definido, e existe sempre uma sensação de ansiedade por mais informações e isso acaba ficando um tanto repetitivo depois de um tempo.

E, para dar uma complicada, o Blake também está de volta e dessa vez ele vem preparado. Como ele pode ajudar no resgate, já que ele é um Luxen e quer tirar das mãos da Deadalus, Chris, a pessoa que lhe transformou.

Sob ameaça, Katy e Daemon aceitam a ajuda dele e com essa reaproximação entre os dois, a possessividade do Daemon surge com tudo e que depois de um tempo cansa. Até porque, diferente do livro anterior, a Katy não permite uma aproximação do Blake, afinal já teve decepções demais e, como já está com os poderes mais controlados, vai junto no resgate.

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No decorrer do livro percebemos como a Katy e o Daemon estão mais equilibrados em sua relação e a interação entre eles está bem madura. Gostei bastante de como eles evoluíram como casal e individualmente.

Assim, o objetivo principal dessa vez é o resgate da Beth e do Chris, mas existem algumas outras histórias paralelas que chegam a ser um pouco cansativas, já que não desenvolvem realmente a história, mas parece uma “encheção” de linguiça.

Novamente, o final é de cair o queixo, mas não sei se a jornada até esse final compensou. Mas mesmo que não tenha sido uma leitura fantástica, quero muito saber o que acontecerá no próximo livro.

E a edição da Valentina continua fazendo um trabalho muito bom com essa série; a capa, os pequenos detalhes dos capítulos, tudo muito lindo!

Eu recomendo essa série para quem gosta de romance com toques de aventura.

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Até a próxima!

17
abr

Resenha | Rock Star – S. C. Stephens

Categorias: Livros

Oi, gente!

O livro resenhado hoje vai abordar um dos triângulos amorosos mais intensos da literatura contemporânea. Estou falando de Rock Star, o romance de Intenso Demais,  pelo ponto de vista de Kellan Kyle.

Título: Rock Star / Autor: S. C. Stephens / Editora: Valentina / Páginas: 512

 Skoob: Adicione /  Compare e Compre: Buscapé

Sinopse: Ele é intenso, complicado e perigoso. Ele é demais! O único lugar onde Kellan Kyle sempre se sentiu em casa foi no centro de um palco. Tocando guitarra num bar escuro, ele consegue esquecer o passado doloroso. Nos últimos tempos a sua vi da se resume em três coisas: música, seus companheiros de banda e intensos encontros sexuais. Até que uma mulher muda tudo… Kiera é o tipo de garota que Kellan jamais deveria desejar — ela é inteligente, doce, e também a namorada do seu melhor amigo. Convencido de que nunca conseguirá merecer o amor dela, ele esconde a sua crescente atração… até que o coração atormentado de Kiera oferece a Kellan algumas pistas de que os sentimentos dele podem ser correspondidos. Agora, não importam as consequências, Kellan tem uma certeza: não vai deixar Kiera escapar sem lutar por ela. Em Intenso Demais, Kiera contou sua história. Agora é a sua vez ouvir a versão pela boca do “rock star” sexy que cativou fãs do mundo inteiro.

Kellan Kyle foi fruto de uma traição de sua mãe; logo, cresceu sabendo que era um filho indesejado. Essa situação marcou muito a sua vida, pois vivendo em um lar sem afeto e sofrendo abusos e humilhações pelo “pai”, Kellan passou a acreditar que jamais poderia ser amado por alguém.

Já adulto, morando sozinho e sendo vocalista da banda de rock D-Bags, Kellan leva a vida tentando preencher os espaços vazios que existiam dentro de si. A música, além de uma profissão, é algo com o que ele poderia se conectar, que o traz uma paz completa.

Durante muito tempo, a música foi o único relacionamento verdadeiro que Kellan teve. Claro que houve muitas mulheres em sua vida, afinal, essa era sua “válvula de escape” e ele ansiava pela sensação de proximidade que o sexo lhe proporcionava. Porém, o lindo, gostoso e talentoso Kellan Kyle se sentia cada vez mais solitário e não fazia a menor ideia do que deveria fazer para mudar isso.

Kiera largou sua família e sua cidade para acompanhar o homem que amava, Denny. Ele tinha acabado de se formar e estava em busca de um futuro promissor em Seattle. Era lá que Kellan morava, e foi o nosso protagonista quem se ofereceu para dividir seu apartamento com o casal, afinal, Denny era um grande amigo e uma das poucas lembranças felizes de sua infância.  

Como já dá pra imaginar, essa ideia de Kiera e Kellan dividindo o mesmo teto não resultou em algo bom, pois a atração que os dois sentiam um pelo outro era muito forte e capaz de mudar profundamente suas vidas.

Até aqui você deve até estar pensando que Kellan é apenas mais um destruidor de relacionamentos, uma vez que fica com a namorada de seu melhor amigo, porém com a leitura de Rock Star, passamos a entender os sentimentos dele. Através de sua narrativa, percebemos que aquela atração não era só carência e desejo; pela primeira vez em muito tempo, Kellan era olhado de uma forma diferente. Kiera não enxergava apenas a estrela de rock ou o playboy descontraído, mas conseguia ver o seu eu verdadeiro e somente ela se importava de verdade com ele.

Esse foi o meu primeiro contato com a autora e foi uma experiência completamente diferente me aventurar por essa narrativa. Apesar de me envolver com a trama e querer loucamente descobrir o desfecho final, eu confesso que algumas vezes tinha a sensação de que Kellan estava repetindo a história com palavras diferentes. Ele enfatizava muito a sua dor para só depois passar para o próximo ponto.

A narrativa do livro é lenta, minuciosa e descritiva, de modo que pode-se encontrar páginas e páginas sem a presença de um diálogo, característica que talvez incomode os leitores que gostam de obras mais diretas e objetivas.

Por outro lado, essa escrita da autora contribuiu para que as sensações e reações dos personagens fossem muito reais. Por exemplo: quando os caras da D-Bags estavam conversando no bar, eu conseguia me imaginar na mesma mesa, participando daquele ciclo de amizade. Quando eles estavam fazendo alguma apresentação, eu conseguia me imaginar na platéia, curtindo o show. E quando Kellan estava nos momentos hot com a Kiera, eu me sentia como uma intrusa naquele ambiente, tamanha a dose de realidade das cenas descritas pela S. C. Stephens. Então vai muito do gosto pessoal de cada leitor. Enquanto alguns acham a narrativa arrastada, outros adoram a dose de realidade do livro.

E se você que leu até aqui ficou curioso para saber mais desse triângulo amoroso, existe a história completa a partir do ponto de vista da Kiera: Intenso Demais, Complicado Demais e Perigoso Demais, todos lançados pela Valentina. E pelo que andei sondando com a editora, a autora não tem planos de narrar mais livros através do ponto de vista do Kellan, mas escreveu a história do Griffin, integrante da D-Bags e um dos personagens secundários mais intrigantes desse livro. A previsão de lançamento é para o segundo semestre desse ano. Um presentão para os fãs da autora, né?

Enfim, eu espero muito que vocês tenham gostado do post, porque meu irmão nem sonha que eu usei a guitarra dele pra deixar as fotos à altura dessa edição linda e super caprichada da Valentina. Hahaha! 😉

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Mil beijos!

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13
mar

Resenha | A Garota do Cemitério – Livro 1: Os Impostores – Charlaine Harris, Christopher Golden e Don Kramer

Categorias: Livros

Olá, leitores!

Aqui quem escreve é a Ileana Dafne e esse é o meu primeiro post no blog. Para minha estreia por aqui, vou falar um pouco sobre A Garota do Cemitério, a primeira HQ da Editora Valentina.

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Título: Os Impostores / Autor (a): Charlaine Harris e Christopher Golden

Ilustrador: Don Kramer / Editora: Valentina / Páginas: 128

 Skoob: Adicione / Compre: Buscapé / Minha avaliação: ★★★★

Sinopse: Ela adotou o nome Calexa Rose Dunhill, inspirada numa lápide do sombrio ambiente em que acordou, ferida e apavorada, sem qualquer lembrança de sua identidade, de quem a jogou lá para morrer ou mesmo do porquê.
Fez do cemitério o seu lar, vivendo escondida numa cripta. Mas Calexa não pode se esconder dos mortos – e, quando descobre que possui a estranha capacidade de ver as almas se desprenderem de seus corpos…
Então, certa noite, Calexa presencia um grupo de jovens praticando uma sinistra magia. Horrorizada, testemunha o ato insano que eles cometem. Quando o espírito da vítima abandona o corpo, ele entra em Calexa, atormentando sua mente com visões e lembranças que parecem não ser dela.
Agora, Calexa deve tomar uma decisão: continuar escondida para se proteger – afinal, alguém acredita que ela está morta – ou sair das sombras para trazer justiça ao angustiado espírito que foi até ela em busca de ajuda?

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Os Impostores é a primeira parte de uma trilogia chamada A Garota do Cemitério que possui formato de HQ. A história foi criada por Charlaine Harris e Christopher Golden e a arte ficou com Don Kramer. Harris é a autora de mistério e fantasia e escreveu a série de livros que deu origem à aclamada série televisiva True Blood. Golden é autor dos romances de Peter Octavian e da série de suspense Body of Evidence. E Kramer já foi o responsável pelas artes e capas de vários projetos da Marvel e da DC Comics, inclusive as HQs JSA e Detective Comics.

Aqui somos apresentados à Calexa Rose Dunhill, uma moça cujas lembranças começam a partir do momento em que acorda após ser deixada para morrer no cemitério. Ela não sabe realmente quem é nem por que alguém iria querê-la morta.


“Tenho certeza de que morri. Por um minuto, no mínimo. Não sei por quanto tempo. Quando se está morto é difícil falar de tempo.”

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Nós vamos acompanhando sua busca por informações e a luta dela pela sobrevivência até o momento em que ela presencia um ritual macabro no cemitério e se vê numa situação totalmente inesperada. A partir de então uma nova história ganha espaço e sua busca por respostas fica mais emocionante e passamos a entender mais um pouco sobre os mistérios que rondam Calexa. Durante essa jornada para se descobrir e conseguir resolver o novo problema, ela faz amizades bastante especiais.


“Não sei para onde eles vão, quero dizer, os espíritos… Mas é óbvio que há alguma coisa após a morte.”


A narrativa é fantástica e me prendeu completamente. Li bastante rápido, sentei para ler num dia e em menos de uma hora já havia terminado. A forma como a Harris e o Golden desenvolveram a história foi bastante fluida e muito bem construída. Os personagens, mesmo que esse sendo o primeiro volume e não trazendo muitas informações, são bem desenvolvidos e cativantes, nos importamos com o que pode vir a acontecer com eles. A história é narrada pela Calexa, mas não ficamos presos à somente o que acontece com ela e eu achei isso fabuloso!

Amo HQs e os traços desse primeiro volume de A Garota do Cemitério são lindos!!! Adorei a forma como o Kramer faz os desenhos, deixando os traços realistas.

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“Não posso contar a Kelner nem a Lucinda. Se eles souberem que estou em perigo, não vão pensar duas vezes em avisar a polícia. E eu ainda não estou pronta para isso.”

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E preciso falar da edição da Editora Valentina. Está fabulosa!!! As folhas são perfeitas e a impressão não fica atrás. Só que teve um detalhe que me fez ter uma leve decepção com essa HQ: as páginas não são numeradas. Pode ser algo sem importância, mas estou acostumada a não usar marcadores e sempre decorar o número da página que parei a leitura para depois retomá-la. Mesmo que o tenha lido bem rápido e sem paradas, essa falta de numeração me deixou bastante incomodada.

Contudo a história é excelente e super recomendo-a a todos que curtem um bom mistério com elementos sobrenaturais e um drama bem contado. E claro que estou ansiosa pelos outros dois volumes!

Até a próxima!

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