15
dez

Testei: Shampoo e condicionador Meus cabelos do babado – CORPO DOURADO

Categorias: Cabelo

Oi, gente linda!

Hoje vou começar as postagens dos produtos que recebi pra testar da Corpo Dourado. Estou iniciando com esse kit de shampoo e condicionador a base de óleo de coco, que promete fornecer nutrição e restaurar os fios ressecados, deixando-os mega hidratados, brilhosos e com vida. Vamos conhecer então a linha Meus cabelos do babado:

O QUE A MARCA PROMETE:

  • Hidratação
  • Brilho intenso
  • Cabelos mais fortes e nutridos

 

O QUE EU ACHEI:

Já começo minha opinião lembrando que esse kit de shampoo e condicionador é LIVRE, ou seja, você pode usar e abusar sem receio. Ele faz parte da linha SRI (sistema de reparação intensiva), que tem vários produtos para ajudar a salvar nosso cabelinho.

Ressalto também que o shampoo e condicionador são indicados para todos os tipos de cabelo, não somente para as cacheadas, como é a maioria dos outros produtos resenhados aqui no blog. Dessa vez, tanto eu, como minha prima Dani, colaboradora do blog e que tem o cabelo liso, usamos a linha Meus cabelos do babado e gostamos muito do resultado. 

Mas eu sei que o que vocês querem mesmo descobrir é o que achamos, né? Então vamos lá: nós adoramos os produtos porque realmente cumprem o prometido. Além disso, eles deixam um cheirinho maravilhoso nos cabelos e não pesam nos fios, fazendo com que o cabelo fique com aquela sensação maravilhosa de movimento que tanto amamos.

O shampoo e o condicionador são altamente hidratantes e nutritivos, ricos em vitamina E e ácidos graxos. Eles também agem na porção interna dos fios, ajudando na reconstrução e fortalecimento, por isso ele tem um alto poder de absorção.

Depois de tudo o que foi exposto aqui, só me resta indicar a linha Meus cabelos do babado a todas vocês, principalmente para aquelas que estão precisando de uma forcinha na hora da hidratação ou mesmo pra quem tem pontas duplas.

Espero que tenham gostado! Em breve teremos resenhas de mais produtos dessa marca super querida aqui no blog. 😉

Esse produto foi enviado pela marca, loja ou assessoria de imprensa da marca. A política do blog é fazer resenhas sinceras, geralmente listando pontos positivos e negativos do produto. A opinião aqui relatada veio da experiência de uso e é independente da loja ou marca que enviou o produto para teste.

Um beijo e até a próxima!

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01
dez

Resenha | Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro

Categorias: Livros

Olá, leitores!

Recebi a chance de ler o ganhador do prêmio Nobel de literatura em 2017, Não me Abandone Jamais, de Kazuo Ishiguro, lançado pela Companhia das Letras.

Título: Não me abandone jamais / Autor (a): Kazuo Ishiguro Editora:  Companhia das Letras

Páginas: 344  / Skoob: Adicione / Minha avaliação: 3,5/5

Sinopse: Kathy, Tommy e Ruth são clones criados para doar órgãos. Tendo esse cenário de ficção científica por pano de fundo, e o triângulo amoroso como gancho, Kazuo Ishiguro fala de perda, de solidão e da sensação que às vezes temos de já ser “tarde demais”. Finalista do Man Booker Prize 2005.

Kathy H. tem 31 anos e está prestes a encerrar sua carreira de “cuidadora”. Enquanto isso, ela relembra o tempo que passou em Hailsham, um internato inglês que dá grande ênfase às atividades artísticas e conta, entre várias outras amenidades, com bosques, um lago povoado de marrecos, uma horta e gramados impecavelmente aparados. No entanto esse internato idílico esconde uma terrível verdade: todos os “alunos” de Hailsham são clones, produzidos com a única finalidade de servir de peças de reposição.

Assim que atingirem a idade adulta, e depois de cumprido um período como cuidadores, todos terão o mesmo destino – doar seus órgãos até “concluir”. Embora à primeira vista pareça pertencer ao terreno da ficção científica, o livro de Ishiguro lança mão desses “doadores”, em tudo e por tudo idênticos a nós, para falar da existência. Pela voz ingênua e contida de Kathy, somos conduzidos até o terreno pantanoso da solidão e da desilusão onde, vez por outra, nos sentimos prestes a atolar.

Não me Abandone Jamais é uma ficção científica diferente de todas os outros livros que já li do gênero, e já li um bocadinho, pois é meu segundo gênero favorito.

Nesse livro nós acompanhamos Kathy H., que tem 31 anos e está em seu último ano como cuidadora. Ela conta sua história através de suas memórias do tempo vivido no colégio interno Hailsham, onde viveu cercada por várias crianças, algumas com mais importância em sua vida do que outras.

As crianças de Hailsham sabem que serão doadoras desde que começam a compreender, mas nada além disso lhes é revelado. Assim, Kathy está terminando seu papel de cuidadora e passará a ser um doadora e isso lhe desperta lembranças.

Ela vai nos contando suas lembranças sem uma ordem exata. Ela vai narrando conforme vai se lembrando dos fatos. Falando sobre sua infância, adolescência, descobertas, experiências e sentimentos.

Enquanto ela vai narrando, temos o surgimento de vários personagens que, de uma forma ou de outra, marcaram seu tempo em Hailsham. Mas os personagens mais importante são Ruth, uma amiga, e Tommy, quem despertou sua paixão desde cedo.

A Ruth é uma personagem que não cativa e não consegui gostar nadinha dela. Na verdade, com o passar da história, passo a praticamente odiá-la…

Como vamos acompanhando o que ela já vivenciou, acaba que sentimos a nostalgia dela com as lembranças que vão surgindo e as perguntas sem resposta acabam criando um mistério que aumenta a cada nova revelação do que ocorria dentro dos muros de Hailsham.

Pela sinopse já sabemos que eles são clones criados especialmente para serem doadores, mas quem os criou, para quem eles doarão e tudo mais que nos intriga durante a leitura somente se revelarão quando a Kathy vai nos dando informações que, juntamente com suas lembranças, montam o quadro geral do que ocorre.

E, posso afirmar sem perigo de estar exagerando, que triste quando tudo é revelado e nem sei mais o que dizer, só que é triste demais. Chega a ser algo doloroso saber as respostas ao que intrigou durante boa parte do livro.

Não sei se por não seguir o que estava acostumada e me tirar da minha zona de conforto, acabei não me empolgando tanto com a leitura e por diversos momentos a achei um tanto cansativa e repetitiva, mas creio que era a vontade do autor que acontecesse assim, pois realmente parece que a Kathy é real e está nos abrindo as portas de sua vida. Acho que vou guardá-lo para reler em outro momento de minha vida…

Então, para quem quiser ler algo intrigante, desafiador e que lhe tire da zona de conforto, esse livro é a pedida certa!

Até a próxima!

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22
nov

Resenha | O beijo traiçoeiro – Erin Beaty

Categorias: Livros

Pra quem gosta de livros envolvendo espionagem e mistério, apresento-lhes O beijo traiçoeiro, de Erin Beaty. Esse é o primeiro volume da trilogia Traitor’s, lançado aqui no Brasil pela Editora Seguinte.

Título: O beijo traiçoeiro / Editora: Seguinte / Páginas: 440

Autor (a): Erin Beaty / Skoob: Adicione / Minha avaliação: ★★★

Sinopse: Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas. Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada. Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações. Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.

custom backdrops

Sage Fowler, uma jovem avessa a casamentos e com uma língua bem afiada, está longe de ser considerada uma dama da sociedade para sua época. Ela é descrita como uma mulher inteligente, com uma percepção aguçada, totalmente o oposto das outras damas que a acompanhavam.

Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e parte em uma comitiva junto com outras damas da nobreza afim de participar de um evento onde acontecem uniões matrimoniais entre grandes famílias. Porém o que a nossa protagonista não previa era ser recrutada para trabalhar como espiã e ajudar a desvendar uma possível conspiração em torno do reino. E quando ela menos espera, está envolvida em mais do que poderia imaginar, inclusive se apaixonar.

Sendo bem sincera com vocês, quando vi o livro pela primeira vez e li a sinopse fiquei bastante empolgada, porém quando comecei minha leitura, tive extrema dificuldade em dar continuidade, pois o início acabou sendo bem confuso pra mim. Não sei se o fato de o livro ser narrado em terceira pessoa, tanto pela perspectiva de Sage quanto pelo ponto de vista dos militares; pois quando esses combatentes começavam a narrar era uma chuva de informações sobre locais, povos e estratégias.

Apesar disso, toda a estratégia que a autora construiu em torno do romance foi de muita inteligência e a parte de espionagem não deixou a desejar, fazendo com que eu me surpreendesse quanto a todo o desfecho do mistério. Então seria mentira se eu dissesse que não fui envolvida do  meio pro fim da história. O final realmente elevou meu nível de adrenalina, principalmente para um primeiro volume.

Finalizo meus comentários sobre O beijo traiçoeiro afirmando que sim, foi uma leitura agradável. Apesar da contextualização confusa do início, aos poucos a leitura decolou de vez e eu já aguardo ansiosa pelo segundo livro da trilogia.  Isso sem falar que o projeto gráfico está muito bonito, eu adorei essa capa e acho que tem tudo a ver com a história. Me despeço recomendando O beijo traiçoeiro. Depois voltem aqui pra me contar como foi a experiência de vocês. Combinado? 😉

“Representamos vários papeis ao longo da vida… isso não faz com que todos sejam mentira”

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