07
ago

Resenha | Um Acordo de Cavalheiros – Lucy Vargas

Categorias: Livros

Queridos leitores, alerta de VÍCIO

Para quem ama aquele romance que lhe tira o sono, faz a respiração ficar ofegante, o coração bater acelerado, e fica de cara quando tudo se encaixa, fica comigo mais um pouquinho porque vamos viajar no tempo para as temporadas de bailes londrinos.

Já estão se imaginando numa festa? Ainda não? Pois já podem se preparar, porque a partir de agora vocês estão oficialmente convidados para esse baile!

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Título: Um Acordo de Cavalheiros / Autor (a): Lucy Vargas / Editora: Bertrand Brasil

Páginas: 350 / Skoob: Adicione / Compare e Compre: Buscapé / Minha avaliação: ★★★★★

Sinopse: Tristan Thorne, o Conde de Wintry, não é um homem para brincadeiras. Com uma vida de segredos, amado e odiado na sociedade, ele não é o parceiro ideal para uma dama. Dorothy Miller não sabe o que há por trás de suas motivações, apenas que ele é bastante intenso. Os jornais dizem que ele bebe demais, joga demais e ama escandalosamente. E até mata. Como uma dama determinada a ser dona do próprio destino como Dorothy Miller acaba em um acordo com um homem como Lorde Wintry? Você teria coragem de guardar um segredo com o maior terror dos salões londrinos? Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

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O ano era 1818, evento de pré-temporada na casa de Lady Russ em Londres, e lugar onde tudo começou para Dorothy Miller e Tristan Thorne. Vamos conhecer um pouco dessa história, para só assim entender como foi que uma dama se meteu nesse acordo de cavalheiros.

Dorothy era uma dama respeitável da sociedade, iniciava essa temporada em Londres como a missão de conseguir um bom casamento para sua prima Cecília. A menina tinha gostos excêntricos, por assim dizer, e era uma tagarela, o que tornava a missão de Dorothy complicada.

Dorothy havia perdido os pais quando ainda era criança, então seu tio, o Sr. Felton, a recebeu em sua casa. Ela já estava com 26 anos, o que para sua família era uma idade já passada para estar casada, mas ela não se importava. Dorothy era forte, independente e não se encaixava naqueles valores moralistas que queriam lhe impor.

Foi naquela noite, enquanto estava no evento de Lady Russ, que Dorothy, após algumas taças de vinho, se viu presa àquele maldito sedutor que era Tristan Thorne. Uma noite, algumas horas de conversa, uma garrafa de vinho, e nossa dama acordou na cama daquele conde safado, com o vestido e o cabelo bagunçados e sem nem lembrar como foi parar ali.

Mas lá estava ele à meia luz, cheio de más intenções, com um sorriso no canto dos lábios e bem disposto a refrescar sua memória. Nossa dama não tinha ideia de onde havia se metido, mas estava bem perto de descobrir, pois no dia seguinte ele a procuraria para lhe propor um acordo.

Mesmo sem saber ao certo como foi que ela se meteu nisso, Dorothy aceitou a proposta de Tristan Thorne e, desde então, por mais difícil de acreditar que seja, ambos começaram a descobrir lados de si mesmos que jamais pensariam existir.

Dorothy vivia em uma época em que não casar significava ruína para uma mulher. Basicamente, o contexto histórico delas era crescer se preparando para o momento em que chegaria a idade de casar e garantir um herdeiro para seu esposo. Em momento nenhum era colocado em pauta a felicidade dessas mulheres; se o homem era de uma boa família e tinha uma boa aparência, então já era um pretendente a futuro marido.

Mas, mesmo contra todas as probabilidades, nossa dama se recusava a viver os padrões estabelecidos pela sociedade. Era óbvio que ela queria casar, mas se aquilo não acontecesse, por ela tudo bem. Dorothy se achava no direito de buscar seu lugar na sociedade sem precisar está vinculada a um marido para isso.

No outro extremo dessa história está nosso Conde descarado, a qual só de ouvir seu nome as damas estremeciam de pavor, ou será que não? Tristan também havia perdido os pais quando era criança e foi criado por sua tia, que o amou incondicionalmente como se realmente fosse seu filho. Mas ele também a perdeu e neste livro vemos sua busca incansável para descobrir qual a verdadeira causa da morte dela, pois ele tinha certeza não ter sido causa natural, como haviam falado ser.

Mesmo alimentando todos as histórias horríveis a seu respeito, e ainda ajudando para que elas se tornassem piores, Tristan conseguiu tempo para se aventurar em um romance secreto e cheio de reviravoltas com Dorothy Miller. O que pra ele foi uma novidade, pois ele fugia de damas da sociedade como o diabo foge da cruz. Porém, depois do que aconteceu no evento de pré-temporada, ele se viu louco de desejo de possuir aquela mulher, ele já havia planejado em sua mente inúmeras formas de lhe proporcionar prazer, tanto quanto ela nunca imaginou receber em sua vida, mas ele também foi pego por essa história.

Ambos encontraram no outro alguém para conversar, para ser quem realmente eram, encontraram um amigo um nos braços um do outro, e o que era para ser apenas um caso secreto se transformou em momentos divertidos e de compartilhamento, mas que acabaria ao fim daquela temporada. Ou será que não? Será que atrelada aquele lorde devasso, Dorothy ainda conseguiu manter algo de castro?

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Mesmo tratando-se de um romance de época ardente e escandalosamente envolvente, que prende você desde o início, Um Acordo de Cavalheiros é um livro que vem cheio de empoderamento para nós, mulheres, nos mostra que mesmo em uma história fictícia é real que nós buscamos nosso lugar no meio de uma sociedade que quer nos impor tudo o que devermos ser ou fazer de nossas vidas.

Dei a esse livro 5 estrelas, mas daria até 1000, por ser um livro de conteúdo tão maravilhoso, não só pelas cenas picantes, que em certos momentos me deixou com as bochechas ardendo de vergonha, mas por tudo o que ele explora ao longo de seus capítulos. É uma leitura leve, engraçada, tensa em alguns momentos e também comovente. Mas que faz valer a pena cada minuto de leitura. Sobre a autora, só tenho uma coisa a dizer: parabéns por essa obra incrível, já quero novas leituras!

Beijos e até a próxima, pessoal!

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07
abr

Resenha | O Visconde que me amava – Julia Quinn

Categorias: Livros

O Visconde que me amava é o segundo volume da série Os Bridgertons. Neste livro conheceremos a história de Anthony, o filho mais velho de Edmund e Violet, e também o visconde mais rico, charmoso e irresistível desta temporada. Se você já ficou curioso pra saber mais desse livro lindo e apaixonante, eu te convido a ler a resenha completa e já adianto que vale a pena a leitura desse romance que, em alguns momentos, vai te levar a viver os calores de um verão intenso.

Título: O Visconde que me amava / Série: Os Bridgertons / Autor (a): Julia Quinn / Editora: Arqueiro

Skoob: Adicione / Compre: BuscapéPáginas: 288 / Minha avaliação: ★★★★★

Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. 
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. 
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.  
Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.

“Era engaçado, refletiu mais tarde, como a vida de alguém podia mudar num único instante, como tudo podia ser de um jeito num minuto e, no seguinte, simplesmente se transformar em algo… diferente”

Não é segredo pra ninguém que a família Bridgerton, além de numerosa e rica, não teme em demonstrar seu amor uns pelos outros. Em meio à todos os filhos está Anthony que, aliás, é o primogênito e herdeiro do título de seu pai. Devido a isso, em algum momento muito em breve, ele terá que se casar para dar continuidade a linhagem da família. É aí que a história começa a se desenrolar, pois com o início da temporada de bailes, também surgem as mães casamenteiras, que já estão em busca de maridos para suas filhas.

  “Poucas coisas me agradam mais que um desafio”

E como não era de se esperar, o nosso visconde charmoso, rico e, além de tudo, elegante, decide que enfim chegou a hora de sair de sua maravilhosa vida de libertino, contrariando a tudo aquilo em que acredita. Ele está disposto a se casar, mas a dama que vier a ser sua ser futura esposa tem que ser bonita e, no mínimo, ter um cérebro (palavras do próprio Anthony, que não quer que os seus filhos sejam burros, kkkkk). A candidata perfeita para ocupar essa posição é Edwina Sheffield, a debutante mais linda da temporada; o que Anthony não contava era que, para leva-lá ao altar, teria primeiro que conseguir a permissão de sua irmã mais velha, Kate Sheffield.

“A senhorita é uma ameaça a sociedade

Casar-se com Edwina se tornou uma tarefa trabalhosa para Anthony, pois Kate não acreditava que ex-libertinos pudessem se tornar bons maridos e, com isso, o visconde começa a sua árdua missão em busca de aprovação para fazer a corte a Edwina. Porém, mesmo em meio a todas as opiniões não tão favoráveis a respeito de Anthony, Kate acaba descobrindo que o visconde devasso é também um homem carinhoso e gentil, ao mesmo tempo que Anthony passa a sonhar com a futura cunhada, mesmo achando ela a criatura mais insuportável de toda Londres.

“Talvez conseguisse ouvir o sorriso na voz dele”

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Não sei se já compartilhei com vocês minha paixão por romances de época. Sempre que leio um parece que viajo no tempo, com todos aqueles bailes e casarões. Sem falar que na maioria das vezes me vejo como a heroína que anseia o seu “final feliz”. Com esse segundo volume da série não foi diferente. Apaixonei-me ainda mais por essa autora que está conquistando milhares de fãs ao redor do mundo. Julia Quinn consegue mesmo prender o leitor logo nas primeiras páginas, com sua escrita cativante e repleta de paixão e humor na dose certa.

Mergulhar no universo de Anthony foi simplesmente incrível, não só por ele ser lindo e charmoso (convenhamos que isso ajuda um pouco muito… kkk) mas principalmente pelo fato de o protagonista, ao longo das páginas, mostrar o seu verdadeiro eu por trás de toda a fama de libertino. Na verdade, Anthony é amoroso, cuidadoso, responsável, honesto e capaz de fazer tudo pela felicidade e bem estar de sua família. Ele mostrou um lado mais sensível, carinhoso e tantas outras qualidades que o tornaram um dos personagens mais carismáticos da série Os Bridgertons. Tem como não amar esse homem? Não, queridos leitores, não tem. Se você ainda não se encantou com ele é porque ainda não conhece esse livro, e se você ainda não conhece, você não sabe o que tá perdendo! O Visconde que me amava tem de tudo um pouco: humor, brigas, discussões, recordações, paixão e o mais nobre dos sentimentos: o amor.

 

“Era impressionante como ele queria ser a pessoa a fazê-la sentir-se melhor.”

Mas como será que terminou toda essa história entre o visconde, Edwina e Kate? Será que ele conseguiu cortejar a adorável Edwina e finalmente fazer dela sua esposa ou essa história teve um outro desfecho? O que vocês acham? Eu tenho algumas suspeitas mas não posso revelar.

“…Significa que o amor não tem nada a ver com o medo de que tudo acabe, mas como encontrar alguém que o complete, que faça de você um ser humano melhor do que jamais sonhou em ser. É olhar nos olhos de sua esposa e ter a certeza de que ela é a melhor pessoa que você já conheceu.”

Um beijo e até a próxima!

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11
mar

Resenha | O Duque e Eu – Julia Quinn

Categorias: Livros

Desde de que vi a Paola, do Livros & Fuxicos, dizendo que a série Os Bridgertons é muito boa, fiquei super interessada em ler. A curiosidade só aumentou a medida em que outras pessoas também falavam muito bem tanto da autora, quanto dos livros. Então não me restou escolhas; na primeira oportunidade que tive comprei O Duque e Eu, que é o primeiro volume desta saga de romances de época.

Livro o Duque e Eu - Julia Quinn (1)

Título: O Duque e Eu / Série: Os Brigertons / Autor (a): Julia Quinn / Editora: Arqueiro / Páginas: 288

Minha avaliação: ★★★★★

Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

Livro o Duque e Eu - Julia Quinn (3)

A série Os Bridgertons é composta por oito livros e cada um deles trata de um filho da família Bridgerton. A mãe, Violet Ledger, conforme o nascimento de cada filho, os nomeou por ordem alfabética, de forma que o resultado foi esse: Anthony, Benedict, Colin, DaphneEloise, Francesca, Gregory e Hyacinth.

Nesse primeiro livro, a autora disponibilizou a árvore genealógica da família Bridgerton, assim podemos entender melhor a ordem da série:

arvore-genealogica-da-familia-bridgerton

Logo no início de O Duque e Eu somos apresentados à Simon Basset. Seu pai era um duque cujo maior desejo era de que o filho desse continuidade ao ducado. Mas Simon teve problemas com a fala durante a infância (era gago) e por conta disso, foi rejeitado pelo pai. Ele passou a ser criado por uma ama e, com muito esforço, conseguiu controlar sua gagueira e se tornou um menino inteligente e determinado. Mais tarde, esse menino deu lugar a um homem bonito, obstinado e com um coração cheio de ódio pelo pai. Seu objetivo era justamente ser o oposto do que o pai queria. Portanto, mesmo após a morte de seu genitor, Simon prometeu a si mesmo que nunca se casaria.

Em seguida, passamos a conhecer Daphne, sua mãe e seus sete irmãos. A cidade é Londres, o ano 1813 e a família pertence a alta sociedade. Ela é a quarta filha de Violet, a mais velha entre as mulheres e sonha em se casar por amor e construir uma família tão numerosa quanto a sua. Daphne está há dois anos debutando. Isso significa que ela frequenta os bailes pomposos da sociedade londrina, acompanhada de seus irmãos mais velhos e de sua mãe, em busca de um bom cônjuge. Contudo, ela ainda não encontrou alguém que realmente mexesse com o seu coração. A maioria dos pretendentes são homens mais velhos e os que poderiam dar certo apenas a vêem como amiga.

Até que em um desses bailes ela conhece Simon, um dos melhores amigos de seu irmão Antony e que acaba de voltar à Londres após uma longa viagem pelo mundo. Bonito e rico, ele logo passa a ser um dos principais alvos das mães desesperadas por casar suas filhas. Mas, lembram que ele não quer se casar? Então ele propõe um acordo que poderá beneficiar a ambos: Simon fingirá que corteja Dafhne e com isso fugirá das mães casamenteiras, enquanto Dafhne despertará a atenção de mais pretendentes. O plano tem tudo para dar certo, desde de que Simon mantenha as mãos longe de Dafhne (o que é um desafio, visto que ele sente um desejo enorme por ela) e Dafhne não se apaixone pelo duque de olhos azuis.

” Que diabo você pensa que está fazendo? – sibilou ela.

– Protegendo minha irmã!

– Do duque? Ele não pode ser tão perverso assim. Na verdade, ele me lembra você.

Anthony soltou um gemido. – Então ela realmente precisa da minha proteção. “

Além disso, Julia Quinn ainda nos presenteou com uma personagem misteriosa, a Lady Whistledown, escritora de um jornal de fofocas que toda a alta sociedade londrina lê, mas desconhece sua verdadeira identidade. Os relatos desta senhora são pontos bem divertidos da trama, uma espécie de “Gossip Girl de época”. Devo mencionar também que os momentos em que os irmãos Bridergtons estão juntos me arrancaram várias gargalhadas, o que me leva a crer que os demais livros dessa série são tão bons quanto o primeiro.

Livro o Duque e Eu - Julia Quinn (2)

O livro é narrado em terceira pessoa e apesar da história se passar em 1813, não há muitas palavras de difícil compreensão. Pelo contrário, a leitura flui de forma muito rápida. O fato de o narrador ser onisciente contribui muito para que o leitor conheça o íntimo dos personagens, suas emoções e pensamentos. Vale lembrar que O Duque e Eu, como boa parte dos romances de época, contém cenas picantes, portanto não indico para todas as idades.

Mas de um modo geral, eu gostei demais do enredo, dos personagens e da escrita apaixonante de Julia Quinn. Não costumo ler muitos livros desse gênero, mas essa série me conquistou desde o início e eu não vejo a hora de conhecer melhor os demais irmãos Bridgertons.

 

 

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