28
out

Resenha | Minha vida mora ao lado – Huntley Fitzpatrick

Categorias: Livros

Hoje vamos de mais uma resenha literária. O eleito da vez foi um livro sobre valores, ética, segredos, amadurecimento e, claro, amor! Vamos conversar sobre Minha vida mora ao lado, da Huntley Fitzpatrick.

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Título: Minha vida mora ao lado / Autor (a): Huntley Fitzpatrick / Editora: ValentinaPáginas: 320

 Skoob: Adicione / Compre: Buscapé / Minha avaliação: ★★★

Sinopse: Os Garrett são tudo que os Reed não são. Barulhentos, caóticos e afetuosos. São de verdade. E, todos os dias, de seu cantinho no telhado, Samantha sonha ser uma deles, ser da família. Até que, numa noite de verão, Jase Garrett vai até lá e…
Quanto mais os adolescentes se aproximam, mais real esse amor genuíno vai se tornando. Contudo, precisam aprender a lidar com as estranhezas e maravilhas do primeiro amor. A família de Jase acolhe Samantha, apesar dela ter que esconder o namorado da própria mãe.
Até que algo terrível acontece, o mundo de Samantha desmorona e ela é repentinamente forçada a tomar uma decisão quase impossível, porém definitiva. A qual família recorrer? Ou, quem sabe, Sam já é madura o bastante para assumir suas próprias escolhas? Será que está pronta para abraçar a vida e encarar desafios?
Quem você estaria disposto a sacrificar pela coisa certa a se fazer? O que você estaria disposto a sacrificar pela verdade?

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Quem narra essa história é a própria protagonista, Samantha. Ela é  filha de uma deputada e tem uma conduta “certinha” devido às exigências da mãe. Samantha tem também uma irmã mais velha, a Tracy, que é a rebelde da família e que tem uma participação pequena na trama porque vai passar as férias de verão fora de casa.

Os vizinhos de Sam são os Garrett, uma família grande, barulhenta, engraçada e totalmente diferente da família de Samantha. Eles também são unidos, amorosos e se preocupam uns com os outros. Grace, a mãe de Sam, faz questão que as filhas se mantenham distantes deles. Mas o que ela não sabe é que Samantha sempre observa os os vizinhos e que quando ela menos imaginar, sua caçula estará mais próxima dos Garrett do que dela mesma.

“Minha mãe nunca ficou sabendo de uma coisa, algo que ela reprovaria radicalmente: eu observava os Garrett. O tempo todo.”

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Eu queria ter gostado muito mais de Minha vida mora ao lado, porque sei que existem leitores apaixonados por esse livro. Mas a verdade é que achei a leitura um pouca cansativa. A falta de conflitos interessantes, de reviravoltas e de personagens cativantes me deixaram desmotivada.

O ponto alto do livro pra mim foi Jase e sua família. Ele é um amorzinho! Trabalhador, responsável, lindo e apaixonado. E o Sr. e a Sra Garrett formam um casal de fazer inveja. Que lindas as cenas em que a família estava toda reunida, eu adorava! Até agora estou pra entender qual o problema e preconceito com famílias numerosas.

Tim, um adolescente que até metade do livro só faz besteira, no fim é o personagem secundário que mais cresce na trama. Além do seu próprio amadurecimento, ele prova que é um grande amigo e tem uma função super importante para a união do casal protagonista. Os outros personagens não me agradaram tanto. Samantha é uma adolescente comum. Apesar de ser rica por herança e filha da deputada, ela não é aquela garota mimada e chata. Pelo contrário, trabalha em dois empregos, isso sem contar com o de babá dos Garrett. Nesse ponto ela é admirável, mas em alguns momentos se mostrou insegura, ao apenas aceitar sem questionar o que lhe era imposto. Ainda bem que a autora trabalhou o amadurecimento dela e, ao final do livro, encontramos uma Samantha muito mais confiante. Grace, a mãe da nossa protagonista, é aquele tipo de mulher que só pensa no trabalho e esquece a família. O namorado dela, Clay, é um cara irritante. Nan, a melhor amiga de Samantha, eu prefiro nem comentar. Ganhou a minha antipatia, mas preciso admitir que é exatamente o tipo de pessoa que existe na vida de qualquer um. Além do mais, personagens como esses foram importantes para a autora trabalhar temas como ética e valores.

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Resumindo: eu achei o começo desse livro bem interessante. Os fatos foram acontecendo rápido (inclusive o romance) e eu estava num ritmo de leitura muito bom. Porém no meio do livro as coisas foram ficando mais lentas e eu fui me desmotivando. Sabe quando você tem a sensação de que nada mais vai acontecer? Pois é… Mas eis que surge uma reviravolta bem lá pro finalzinho do livro, mas pra mim já foi tarde demais, porque tive a impressão de que tudo foi jogado muito depressa e que algumas perguntas ficaram sem resposta.

Mas essa é uma opinião muito pessoal. Tenho certeza de que várias pessoas pensam o contrário, tanto é que foi justamente por ler diversos comentários positivos que eu decidi fazer essa leitura. Talvez eu não estivesse no momento certo para mais um young adult ou talvez ter lido dois livros da mesma autora em sequência tenha me deixado enfadada, não sei. O que sei é que você precisa tirar suas próprias conclusões sobre essa leitura, porque cada um tem um gosto e, diferente do que aconteceu comigo, Minha vida mora ao lado pode ser incrível pra você.

Esse é o segundo livro que leio da Huntley Fitzpatrick. O primeiro foi o Pensei que fosse verdade, que também é uma história com protagonistas adolescentes e que se passa no verão, também publicado pela Editora Valentina. Por falar em editora, o projeto gráfico do livro está lindo. A capa, as orelhas, a lombada… tudo! Gostei especialmente da capa, ela simboliza bem o conteúdo do livro: o primeiro amor!

 

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Beijos e até a próxima!

19
out

Documentário Sonhe Mais

Categorias: Arte

Todos nós temos sonhos! Alguns sonham com viagens, outros com uma casa própria. Uns sonham com uma carreira promissora, outros sonham em simplesmente ter o que comer. Dos mais variados desejos, o fato é que somos todos grandes sonhadores. E é a possibilidade de realizar esses sonhos que torna a vida interessante, como já dizia Paulo Coelho.

E se os sonhos pudessem se tornar reais? O post de hoje é exatamente sobre isso: expectativas, desejos, solidariedade… Porque tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Aleksander Aragão acreditou nisso e resolveu realizar o desejo de uma avó que cuida sozinha de seus netos, sob condições precárias de sobrevivência. O resultado foi um documentário emocionante e um videoclipe que leva a mensagem de que podemos sonhar e tornar não somente os nossos sonhos reais, mas também os sonhos das pessoas ao nosso redor.

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Aleksander Aragão é um jovem de 22 anos, nascido em Campina Grande – PB. Ele está concluindo o curso de Arte e Mídia na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Desde cedo, demonstrou interesse por arte e mídia. Ainda na adolescência, já adorava tirar fotos, gravar vídeos e fazer teatro. Amava estudar sobre esses assuntos e, ao descobrir que em sua cidade existia um curso universitário que unia esses conteúdos, decidiu se dedicar a estudar para passar no vestibular.

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“O curso é mais abrangente do que eu imaginava, estudamos fotografia, cinema, música, animação, artes plásticas, teatro, entre outras coisas. Durante o percurso, vamos vendo com que área nos identificamos mais e vamos focando nossos projetos naquilo. No meu caso, o interesse maior: o audiovisual.”

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O TCC em Arte e Mídia é chamado de Projeto Multimídia. Além da monografia, os alunos do curso têm que preparar um projeto midiático que vai muito além da escrita. Eles precisam colocar em prática tudo aquilo que aprenderam durante o curso. No caso do Aleksander, a ideia de seu projeto surgiu de sua própria experiência com outros trabalhos sociais.

“Ainda muito jovem tive várias experiências com projetos sociais através da igreja que eu frequentava e sempre me identifiquei com este tipo de trabalho. Ao entrar no curso de Arte e Mídia, pude perceber que eu poderia usar tais ferramentas para mobilizar pessoas a respeito de temas relevantes na sociedade. O Projeto Sonhe Mais surgiu ainda no 7° período, onde eu então decidi que iria realizar os sonhos das pessoas que não possuem perspectivas de concretizá-los. As ideias foram surgindo aos poucos. A realidade das crianças que trabalham nos sinais de Campina Grande era algo que me incomodava bastante e decidi usar isso futuramente como combustível no meu projeto. A música Setembro, da cantora Daniela Araújo, também chegou no momento certo, porque foi através dela que eu tive a ideia central do trabalho: criar um documentário e um videoclipe abordando os sonhos das famílias que vivem na periferia. Dessa forma, eu estava usando o tema e as áreas que eu mais me identificava.”

O encontro de Aleksander e a família de Dona Romana se deu por intermédio da professora Márcia Patrício, que lecionou durante oito anos na cidade de Alagoa Nova – PB. Alguns netos de Dona Romana foram alunos dela, então Márcia conhecia bem a realidade da família. Quando ele falou sobre o seu projeto, ela logo se lembrou de Romana e o levou para conhecê-la.

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Mas pra tornar esse projeto real, foram necessários muitos recursos, esforço e perseverança. A tarefa não era fácil, mas com a ajuda da família e de alguns amigos do curso, em 4 meses, Aleksander conseguiu concluir o documentário e o videoclipe Sonhe Mais.

As dificuldades foram inúmeras. Quando falamos de um projeto acadêmico, logo sabemos que o orçamento precisa ser baixo. Por outro lado, seria impossível criar duas mídias desse porte com uma boa qualidade tendo um baixo custo. Então a primeira dificuldade foi o valor do produto. Porém vários patrocinadores se levantaram e acreditaram no projeto. Também foi bastante desafiador fazer a gravação na casa de Dona Romana, as pessoas queriam ver o que estava acontecendo e nós precisávamos do maior silêncio possível. Nas gravações do videoclipe, o maior desafio da equipe foram as locações. Como a maioria das cenas foram gravadas na cidade de Campina Grande, precisamos de autorização para filmar na rua, no museu, e tudo isso requereu muito esforço e cuidado, mas no final tudo deu certo.”

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“Que essa mensagem chegue aonde eu não consigo chegar e que o AMOR mova os corações das pessoas. Vamos nos tornar realizadores de sonhos!

Sobre a experiência de ver seu projeto ganhando tanta projeção, Aleksander diz que é INACREDITÁVEL! O documentário ganhou uma repercussão maior do que ele podia imaginar. Foi reconhecido pela cantora Daniela Araújo, pelo site Rede Super e por emissoras de TV. Esse documentário está rompendo as barreiras da Paraíba e alcançando pessoas do Brasil inteiro.

“Quando fazemos algo com amor, dedicação e simplicidade, nós não ficamos ansiosos enquanto ao reconhecimento daquilo. O principal objetivo desse projeto foi ajudar não só a família de Dona Romana, mas todas as pessoas que se vêem desmotivadas dos seus sonhos. A mensagem foi bem clara: independente do que você passe, a primavera vai chegar!

E a primavera chegou para Dona Romana e suas crianças! Com o alcance do projeto, várias pessoas estão se mobilizando para a concretização do sonho dessa família. Eles já ganharam alimentos, roupas e brinquedos, mas falta algo primordial: um lar. A meta agora é conseguir material de construção ou arrecadar um quantia significativa para a obra e mobília da casa. As doações estão sendo feitas através do site Vakinha.


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Quando perguntado sobre o significado que a família de Dona Romana representa hoje pra ele, Aleksander afirma que eles são como uma nova família.

“Quase todo projeto acadêmico, e especialmente o TCC, tem começo, meio e fim. O meu não (rsrs). O final só quem pode dizer é Deus. Essa família se tornou nosso alvo. Não poderíamos simplesmente chegar, gravar e ir embora. Só descansaremos quando o sonho maior da família for realizado.

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“Convido vocês a assistirem esses vídeos, mas não somente assistir: SENTIR! A partir do momento em que você se colocar no lugar dessa família, você, assim como eu, não conseguirá dormir sem ao menos ajudar em algo. Enquanto nós temos o conforto do nosso lar e todas as regalias que a nossa vida nos oferece, Dona Romana luta a cada dia para sobreviver nessa precária realidade. O vídeo já tem vários acessos e compartilhamentos, porém ainda não conseguimos um valor suficiente para construção da casa. Vamos nos unir, vamos doar, um, dois, dez, cem reais, seja quanto for, juntos somos mais fortes! Você conhece alguém que está desistindo de algum sonho, de ter fé, ou de acreditar que algum dia aquilo que ela tanto deseja pode se realizar? Envie esse projeto para ela, talvez através dessa mensagem ela possa perceber que vale a pena não desistir. Obrigado a todos que irão tornar essa mensagem ainda mais conhecida, o mundo precisa de mais pessoas assim.” 

Se você ficou curioso pra ver o resultado final do documentário e do vídeoclipe Sonhe Mais, prepare o seu coração e assista os vídeos abaixo:

 

 

Espero que vocês tenham gostado de conhecer esse projeto tão especial! O Aleksander é um amigo muito querido e eu estou orgulhosa de seu projeto e, principalmente, dessa iniciativa tão humana, que é ajudar uma família a ter condições de vida melhores. Se você quiser mais informações sobre o Projeto Sonhe Mais, acesse a fanpage aqui.

 Beijos e até a próxima!

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10
out

Resenha | Pensei que fosse verdade – Huntley Fitzpatrick

Categorias: Livros

Oi, gente!

Vamos começar essa semana linda falando sobre livros? A resenha de hoje é de um dos lançamentos mais recentes da Editora Valentina, o Pensei que fosse verdade, que vai abordar temas como escolhas, futuro, amizades, expectativas e todos os questionamentos comuns na vida de qualquer adolescente.

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Título: Pensei que fosse verdade / Autor (a): Huntley Fitzpatrick / Editora: Valentina / Páginas: 336

 Skoob: Adicione / Compre: Buscapé / Minha avaliação: ★★★★

Sinopse: A ilha de Seashell, onde passei minha vida inteira, é tudo isso e muito mais. No entanto, a única coisa que eu quero é ir embora daqui. Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é. Da aclamada autora de Minha Vida Mora ao Lado, um romance sobre um amor “impossível”, cheio de expectativas e arrependimentos, humor e… perguntas difíceis.

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A sinopse desse livro diz praticamente tudo o que você precisa saber sobre ele. Trata-se de um young adult narrado em primeira pessoa, pelo ponto de vista da protagonista, Gwen Castle, uma garota de família humilde e que vive na ilha de Seashell. Ela é filha de uma faxineira e do dono de uma lanchonete. Os pais são separados e ela mora com a mãe, uma apaixonada por romances de época, com o avô, que está constantemente preparando peixes, com o irmão Emory, uma criança com necessidades especiais, e o primo Nic, com quem divide tudo desde a infância. Viv é a melhor amiga de Gwen e vive um relacionamento perfeito com Nic. Os três cresceram juntos, são confidentes e têm perspectivas diferentes sobre o futuro.

Gwen, como qualquer outra garota, fez escolhas erradas no passado, principalmente relacionadas a sua vida sexual. Devido à isso, ela não tem uma reputação muito boa. O fato é que entre os rapazes com quem ela se relacionou está Cass Somers, o garoto rico/lindo/educado/fofo que é o novo faz-tudo da ilha. Até boa parte do livro, não sabemos o que aconteceu com eles anteriormente, apenas que ela tem muita mágoa, embora seja inegável a enorme atração que sente por ele. E vice-versa.

Para ajudar nas despesas de casa, Gwen arranja um trabalho durante o verão como acompanhante de uma senhora muito simpática. Parece perfeito! O trabalho não é pesado e ela ainda terá algumas horas livre pra curtir o verão, mas Gwen vai ter constantes encontros com Cass, que por ser expulso de uma escola, o pai tenta fazer com que ele valorize a vida que tem e o obriga a trabalhar na equipe de manutenção da ilha.

“Eu só queria ir embora daqui para algum lugar. Algum lugar totalmente diferente.”

A nossa protagonista  lida com vários sentimentos e situações ao mesmo tempo e sua expectativa para o futuro está em sair da ilha, em busca de um futuro melhor. Seu maior medo, no entanto, é acabar como a mãe, fazendo faxinas para os donos das casas de veraneio.

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Eu demorei mais do que imaginava pra ler esse livro. Pra mim, não funcionou como uma daquelas leituras que se faz em um dia, como muitos leitores conseguem realizar. Foi mais uma leitura semanal, sabe? E acho que isso se deve ao fato de que levei muito tempo pra me apegar aos personagens e me situar na história. Além dos protagonistas Gwen e Cass, o livro também tem muitos personagens secundários (até o sofá tem nome, o Mirto, sem falar no cachorro com nome de gente, o Fábio kkk). Mas quando eu percebi quem era quem na trama, a leitura fluiu mais rápida e fui mergulhando nas histórias complementares, que são muito bem desenvolvidas. Não fica apenas no casal protagonista, aos poucos vamos descobrindo segredos, conflitos e coisas que pensávamos que era verdade.

Eu gosto muito de estórias que envolvam dramas familiares e, apesar de essa ser uma narrativa bem leve, os conflitos que acontecem no seio da família são muito reais. Gwen é uma adolescente madura para idade dela. O fato de ter que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, além de ser responsável por cuidar do irmão menor, contribuíram para esse amadurecimento. Cass também é um cara legal, que gosta muito de Gwen. Durante o verão em que ele trabalha como faz-tudo é que os dois realmente tem a oportunidade de mostrarem um ao outro quem verdadeiramente são. Ver o relacionamento deles dando certo na base da confiança e da sinceridade é muito lindo, mas isso só acontece quando os dois estão prontos para se perdoarem e esquecerem os erros do passado.

Talvez eu tenha me calado porque não sei o que dizer. Ou talvez porque finalmente entendi que às vezes nós nos apegamos a uma coisa, uma pessoa, um ressentimento, um arrependimento, uma ideia de quem somos… porque não sabemos o que buscar em seguida. Que o que fizemos antes é o que temos que fazer de novo. Que só há recomeços e segundas chances…”

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A Editora Valentina fez um trabalho primoroso na diagramação do livro. O projeto gráfico está lindo e se assemelha muito com Minha Vida mora ao Lado, que é outro título da Huntley Fitzpatrick e a próxima leitura que eu pretendo fazer. Esse foi o meu primeiro contato com a autora e, apesar te der me sentido confusa no início, gostei da forma como ela desenvolveu a personalidade dos todos os personagens, que não são perfeitos, e justamente por isso acrescentam ao livro uma boa dose de realidade. Pra quem não dispensa um young adult, Pensei que fosse verdade está recomendadíssimo!

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Beijos e até a próxima!

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